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9.3.13

"O publicitário Caio Monteiro, 22 anos, se sente um prisioneiro do condomínio de classe média onde mora, em Perdizes, zona oeste de São Paulo. 'Quando chego, levo um tempo convencendo os seguranças de que sou morador”, conta. Precisa digitar a senha de seu apartamento para fazer o elevador funcionar; se esquece e aperta só o botão do andar, o que acontece 'pelo menos três vezes por semana', fica preso na cabine até responder satisfatoriamente a um questionário pelo interfone. A última etapa, a leitura biométrica das digitais, às vezes falha. 'O equipamento não lê direito, o alarme dispara e tem que vir alguém ver se eu sou eu mesmo.'"

Leia mais em http://revistatrip.uol.com.br/revista/218/reportagens/o-medo-mora-dentro.html

5.3.13

"As famílias dizem: 'Isso passa!' Não. Os bate-bocas não passam, e repito: - Num casal, os bate-bocas ficam enterrados, na carne e na alma, como sapos de macumba."

Nelson Rodrigues