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23.9.07

Da série "Quem não anda de ônibus não conta história" - Episódio de hoje: "Decoração"

Não costumo dar esmolas, mais por liseu do que por conviccção. Mas aquelas palavras manuscritas num pedaço de papel surrado mexeram comigo.

ESTOU LIPEDINDO UMA AJUDA. NÃO IMPORTA AQUANTIA POIS SEI QUE É DECORAÇÃO.

Como diria Mão Santa, atentai bem: não era um desses digitados que a gente costuma receber, sempre como o mesmo texto, ou aquele velho discurso que começa com "Eu podia estar roubando...". Não. Alguém ficou com cãibra no punho para escrever aquelas dezenas de papeizinhos. Além disso, uma pessoa que comete erros de ortografia tão singelos não pode ter maldade no coração..
Dei todos os quarenta centavos que tinha na carteira. A parte difícil foi me segurar pra não rir da cara do coitado...

8 comentários:

Tati disse...

hahaha sei, bonzinho. Usou os quarenta centavos pra reproduzir a frase do cara aqui no seu blog, isso sim.

lygia disse...

"Você não vale nada" [mas os pedintes gostam de você]
:P
Eu sempre acho que aquelas promoções 3 pacotinhos de jujuba (minha mãe adora) por 1 real compensam. E sempre dou meus cents pros conhecidos, tipo Maria, uma dos seus 30 e poucos anos, que tem problema nas pernas e anda com os braços.
Aliás, jornalista, esse pessoal deve ter umas ótimas histórias...

Breno Barros disse...

Tô só imaginado a cena de você travando a risada de deboche! =P

Larissa Claro disse...

Seria c�mico se n�o fosse tr�gico(rs).
Pois � j� passei por uns tr�s blogs com o mesmo 'template', � isso?

Larissa Claro disse...

Ei, por que os acentos não funcionaram? :/

Mythus disse...

Gostei da frase de efeito que inicia o post.

Só não entendi o: "sempre como o mesmo texto", foi erro de digitação?

Luis disse...

Como diria o Aloisio do São Paulo: "aqui só tem C.B.*"

*C.B. = sigla de "sangue bom" (no dialeto dele).

Bruno R disse...

era pra ser sempre COM. valheu, boy